# Se eu hoje fosse uma música



Sometimes I feel like throwing my hands up in the air
I know I can count on you
Sometimes I feel like saying "Lord I just don't care"
But you've got the love I need To see me through

Sometimes it seems that the going is just too rough
And things go wrong no matter what I do
Now and then it seems that life is just too much
But you've got the love I need to see me through

When food is gone you are my daily meal
When friends are gone I know my savior's love is real
Your love is real

You've Got The Love


Time after time I think "Oh Lord what's the use?"
Time after time I think it's just no good
Sooner or later in life, the things you love you loose
But you got the love I need to see me through

You've Got The Love (6x)

Sometimes I feel like throwing my hands up in the air
I know I can count on you
Sometimes I feel like saying "Lord I just don't care"
But you've got the love I need to see me through

(Porque as cumplicidades jamais vão acabar entre nós... Porque me encontraste e eu nem sabia que o maior risco da vida era "o não arriscar")

É cedo demais

Lisboa, almada, caparica... O carro e a estrada, com traços brancos que passam passam e teimam em passar. Mais uma viagem para o lado de lá, para o outro mundo, de encontro a uma vida que também é a sua, cheia de pessoas e sorrisos, opiniões e mil palavras. Atende o telefone... É ela! Continua a conduzir, mas vai agora atenta à voz do outro lado, que lhe explica como chegar ao seu destino. Uma amiga, um desabafo, uma confusão instalada numa das cabeças e a sensação do egoísmo a pairar no ar e na sua boca. Tenho medo diz, porque estou ausente de mim própria! Não sei que fazer! É feriado, e conduz para lisboa. É cedo, muito cedo, mas para alguém muito pequenino seria cedo demais para perder quem lhe teria dado a vida... Não chora agora. Limpa as lágrimas, ela precisa de ti!

By the way....

Ontem fui ver a "Gaiola das Loucas" ao Politeama... Fiquei imensamente surpresa em todos os sentidos. O palco, as fatiotas, as interpretações e tudo mais estavam fantásticas. É por estas e por outras que continuo a ver teatro em Portugal e a ser uma eterna apaixonada pelo palco... Ide, porque valerá a pena!
By the way e sem muito mais palavras aqui fica um revival de uma música já velhinha, mas que ainda hoje tem uma letra poderosa e fantástica! "I am what i am", que vai acompanhando todo o espectáculo e que sem mais nem menos diz tudo o que se poderá passar "naquele" mundo.

Tenho saudades tuas.. Tenho muitas, daquelas que doem cá dentro, bem no meio do peito. Das que nos fazem um nó na garganta e nos tiram o ar. Tenho saudades tuas e não é por mal. Tenho, só isso, por isso te deixo um beijo terno e um abraço do tamanho do mundo. Daqueles que apertam e confortam até mais não. Gosto te...

You´ve got to stay

Tento apanhar-te no vento e não te apanho porque não estás lá. O mar levou-te... Levou-te numa onde que me fugiu das mãos e dos pés.
Senti-te fria quando me tocas-te sem piedade na pele. E nem o Sol que me aquecia me fez esquecer que os pés gelaram impiedosamente, meio enterrados na areia. Então, caminhei e sentei-me numa rocha que ali perto jazia (há já muitos anos). Sentei-me e pensei em esperar, esperar por ti e por nós que havemos de voltar a ser um dia...
Não sei porquê, mas sinto-te, dentro de mim, muito serena, escondida num canto de mim, esperando a minha volta depois de uma noite confusa e cheia de luzes. Não sei porque, mas o tempo sem ti passa mais depressa e nunca acaba num segundo porque os segundos se sucedem uns a seguir aos outros... Sinto-te e não te descubro onde. Sinto-te e não sei se és o certo ou o errado. Sinto-te e tenho saudades tuas...

# Se eu hoje fosse uma música (parte II)


"(...) what you've lost cannot be found
And the weight of the world weighs you down
No longer with the will to fly
You stop to let it pass you by
Don't stop to let it pass you by
You've gotta look yourself in the eye Say "I am"
Say "I am"
Say "I am wonderful"
Oh you are (...)"

# Se eu fosse hoje uma música



Dream on girl, dream on girl
I want to see you sleep tonight
You're up and down
You hit the ground
And time is drifting through your fears

I can't find your dreams tonight
And make your lover come back home
If you don't know, you are on your own
I'll choose the best place for your sleep

Come back to see the day
You lost your heart and all your hopes
I'll take you to see the sunrise
And try to catch your ghost, oh

Come on girl, a dream is your world
The signs you see are in your mind
The words that you speak, are here in my ear
So I can hear you falling down

Take a breath to see me
I can wait for you to
Live a live with no hopes but
If you still believe

Come back to see the day
You lost your heart and all your hopes
I'll take you to see the sunrise
And try to catch your ghost, oh


(porque me dedicaste a música de um sonho... Obrigada!)

# Poesia do meu olhar

(Carcavelos - Novembro 2009)
Hoje é sexta feira, dia 27 de Novembro. A lua está a minguar e de manhã choveu. O H. faz anos e há telefonemas a fazer... O T. chegou ontem, a R. fez mais uma frequência e a pessoa está muito bem disposta. Eu, eu rabisco a vermelho e continuo UAAUU!

E porque não?!

Faz a árvore de Natal!

Life goes on...

A minha vida agora é UAAUU!!

Desilusão

Vamos pela vida intercalando épocas de entusiasmo com épocas de desilusão. De vez em quando andamos inchados como velas e caminhamos velozes pelo mar do mundo; noutras ocasiões - mais frequentes do que as outras - estamos murchos como folhas que o tempo engelhou.

Temos períodos dourados, em que caminhamos sobre nuvens e tudo nos parece maravilhoso, e outros - tão cinzentos! - em que talvez nos apetecesse adormecer e ficar assim durante o tempo necessário para que tudo voltasse a ser como era dantes.
Acontece-nos a todos e constitui, sem dúvida, um sinal de imaturidade. Somos ainda crianças em muitos aspectos.

A verdade é que não temos razões para nos deixarmos levar demasiado por entusiasmos, pois já devíamos ter aprendido que não podem ser duradouros.

A vida é que é, e não pode ser mais do que isso.

Desejamos muito uma coisa, pensamos que se a alcançarmos obtemos uma espécie de céu, batemo-nos por ela com todas as forças. Mas quando, finalmente, obtemos o que tanto desejávamos, passamos por duas fases desconcertantes. A primeira é um medo terrível de perder o que conquistámos: porque conhecemos o que aconteceu anteriormente a outras pessoas em situações semelhantes à nossa; porque existe a morte, a doença, o roubo...

A segunda fase chega com o tempo e não costuma demorar muito: sucede que aquilo que obtivemos perde - lentamente ou de um dia para o outro - o encanto. Gastou-se o dourado, esboroou-se o algodão das nuvens. Aquilo já não nos proporciona um paraíso.

E é nesse momento que chega a desilusão, com todo o seu cortejo de possíveis consequências desagradáveis: podem passar-nos pela cabeça coisas como mudarmos de profissão, mudarmos de clube, trocarmos de automóvel ou de casa, divorciarmo-nos... E, então, surge o desejo de partir atrás de outro entusiasmo: queremos voltar a amar...

Nunca mais conseguimos aprender o que é o amor.

Se nos desiludimos, a culpa não está nas coisas nem está nas outras pessoas. Se nos desiludimos, a culpa é nossa: porque nos deixámos iludir; porque nos deixámos levar por uma ilusão. Uma ilusão - há quem ganhe a vida a fazer ilusionismo - consiste em vestir com uma roupagem excessiva e falsa a realidade, de modo a distorcê-la ou a fazê-la parecer mais do que aquilo que é.

Quando nos desiludimos não estamos a ser justos, nem com as pessoas nem com as coisas.
Nenhuma pessoa, nenhuma das coisas com que lidamos podem satisfazer plenamente o nosso desejo de bem, de felicidade, de beleza. Em primeiro lugar porque não são perfeitas (só a ilusão pode, temporariamente, fazer-nos ver nelas a perfeição). Depois, porque não são incorruptíveis nem eternas: gastam-se, engelham-se, engordam, quebram-se, ganham rugas... terminam.

Aquilo que procuramos - faz parte da nossa estrutura, não o podemos evitar - é perfeito e não tem fim. E não nos contentamos com menos de que isso. É por essa razão que nos desiludimos e que de novo nos iludimos: andamos sempre à procura...
De resto, se todos ambicionamos um bem perfeito e eterno, ele deve existir. Só pode acontecer que exista.
Tudo será diferente quando acreditarmos que, após uma conquista nos devemos agarrar a ela e ter a consciência de que todos os dias será melhor se a cultivarmos, se a regarmos. Que ela nos trará muita coisa nova e importante. Porque, nessa altura, ela está só no princípio e há muito ainda a construir. Só assim conseguimos não precisar de nos voltarmos a iludir após cada conquista.

Homenagem dos Marretas a Freddy Mercury

Para assinalar os 18 anos da morte do mítico vocalista dos Queen, os Marretas lançaram uma versão de Bohemian Rhapsody, que é já um dos vídeos mais visto do YouTube.

Fez na última terça-feira, 24, 18 anos que se calou a voz dos Queen, Freddie Mercury. Numa altura em que se multiplicam as homenagens, a mais marcante é, porventura, a mais inesperada e vem dos Marretas, que decidiram fazer uma nova versão do tema 'Bohemian Rhapsody'.

Aquele que foi um dos temas mais importantes da história dos Queen volta a agora a fazer furor, pela voz dos irrequietos fantoches. O vídeo dos Marretas é já um enorme sucesso na Internet, sobretudo no YouTube, onde já foi visto por milhões de pessoas.

Cuscos do eu